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Mananciais no deserto- Lettie Cowman

18 de junho de 2010

Ei pessoal, hoje o texto não é meu, nem de Lou, é de uma devocional maravilhosa.

18 de Junho

            Portanto tornai a levantar as mãos cansadas, e os joelhos desconjuntados, e fazei veredas direitas para os vossos pés, para que o que manqueja se não desvie inteira­mente, antes seja sarado. (Hb 12.12,13.)

            Esta é uma palavra de encorajamento que Deus nos dirige, a fim de levantarmos as mãos da fé e firmarmos os nossos joelhos na oração. Muitas vezes a nossa fé se cansa, esmorece, afrouxa, e a oração perde a força e a eficácia.

            A figura aqui usada é muito interessante. A idéia parece sugerir que ficamos desanimados e tão temerosos que um pequeno obstácu­lo nos deprime e assusta, de modo que somos tentados a contorná-lo, deixando de enfrentá-lo e escolhendo o caminho mais fácil.

            Às vezes trata-se de uma perturbação física, que Deus está pronto a curar, mas a oração da fé exigiria desgaste de energias e talvez seja bem mais fácil buscar o auxílio humano, ou contornar o assunto de alguma outra forma.

            Há várias maneiras de contornar as situações difíceis em vez de atravessá-las de frente. Quantas vezes deparamos com um obstáculo que nos amedronta, e procuramos fugir da questão com a desculpa:

            “Não estou preparado para isto agora.” É uma renúncia que devemos fazer ou a submissão que é exigida de nós; talvez seja alguma Jericó que precisa ser tomada, ou uma alma por cuja salvação não temos coragem de lutar em oração até alcançar a vitória ou pode ser também uma oração que não obtém resposta imediata.

            Deus diz: “Levantai as mãos cansadas”. Marchemos sobre as águas, e elas se dividirão — o mar Vermelho se abrirá, o Jordão se partirá em dois, e o Senhor nos fará atravessar em vitória. — A. B. Simpson

            Procuremos prestar ao desânimo a mínima atenção possível. É preciso que singremos as águas como faz o navio: na tormenta ou na calma, sob chuva ou sol. O alvo é transportar a carga e alcançar o porto. — Maltbie D. Babcock”

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